
Ao começar o outono observamos o cair das pétalas das flores, no entanto, em menos de um ano elas renascem, novamente vêm a desabrochar, não significando, portanto, que este cair das pétalas tenha posto término a vida do vegetal.
Assim é a dita morte, fenômeno pelo qual ganhamos a lucidez para observarmos com mais clareza e compreensão os atos pro nós praticados e as nossas necessidades mais prementes, sendo que tal fato se dá por não estarmos mais com o raciocínio obliterado pela matéria.
Tal como ocorre com as flores, nós passamos pela “morte” para depois renascermos em nova reencarnação, sendo que a extinção da vida é apenas aparente, pois ela continua nos seus mais altos esplendores, que é a vida no plano espiritual, verdadeiro lar, verdadeira vida.
Não temamos a morte renovadora, porta de claridade para o raciocínio e oportunidade de ponderação para um novo renascimento, rumando para o nosso aperfeiçoamento como espíritos eternos.
Tenshi
24/06/08
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