terça-feira, 17 de maio de 2011

Review do livro "Há Dois Mil Anos" e reflexões



"Alma gêmea de minha'lma...
flor de luz de minha vida....
Sublime estrela caída...
das belezas da amplidão
Quando eu errava no mundo...
triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração....

Vinhas na bênção dos deuses
Numa divina claridade,
Tecer-me sorrisos de esplendor!
És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque sou tua esperança,
Como és todo meu amor!

Alma gêmea de minha'lma,
Se eu te perder algum dia...
Serei tua escura agonia,
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares,
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus."

O poema acima é do livro “Há Dois Mil Anos”, psicografado por Chico Xavier, ditado pelo espírito Emmanuel.

Em tal livro é contado a história de amor entre Públius Lêntulus – uma das reencarnações do autor espiritual – e sua alma gêmea, Lívia Lentúlia, ambos patrícios da Roma da época de Jesus Cristo, e que, devido a problemas familiares, têm suas vidas entrelaçadas ao caminho luminoso do Mestre de Nazaré.

Esse poema marca o amor existente entre essas duas almas afins, amor esse que tem sua maior expressão de nobreza por parte de Lívia, espírito iluminado, pessoa já dona de elevados sentimentos.

Mas, qual, afinal, a fórmula para um relacionamento amoroso saudável?

“Respeito e consideração na sua mais ampla acepção: considerando o outro como um ser humano livre para fazer suas escolhas; considerando o outro como alguém capaz de viver sozinho(a); considerando o outro como alguém dotado(a) de sentimentos e potencialidades que, assim como nós em relação a ele(a), pode nos engrandecer em algo; considerando o outro como merecedor(a) do tratamento que nós gostaríamos de receber nas várias situações da vida em conjunto.

Quê é o amor romântico entre duas criaturas senão o ensaio do legítimo amor fraterno que haverá, um dia, de nortear a relação entre toda a humanidade?” Tenshi.

Para a apreciação de todos!




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