Toda religião, cristã ou não, leva a Deus. Isso é uma certeza.
Porém, tendo em vista que cada ser humano encontra-se numa faixa de evolução distinta, ou seja, cada indivíduo possui uma idade espiritual, cada religião existe justamente para atender aos anseios de certo número de pessoas, em correlação com o que estas podem assimilar em espiritualidade.
A evolução das religiões faz-se inevitável.
No passado distante, no paleolítico e no mesolítico (há cerca de 15 mil e 10 mil anos antes de Cristo, respectivamente), as manifestações religiosas já existiam, tendo como base os fenômenos da natureza.
No início da história, após a invenção da escrita (há mais ou menos 6 mil anos), deuses mais elaborados surgiram no Egito e na Mesopotâmia.
Na Índia e na Grécia (sobretudo junto a cultura minóica da ilha de Creta) antigas, toda uma mitologia foi se desenvolvendo, com seus deuses poderosos, mas cheios de defeitos humanos.
Os cultos que - na pré-história eram cheios de sacrifício humano - reduziram-se a sacrifícios animais.
Junto ao povo judeu - após a malsucedida tentativa no Egito de Akhenaton - surgiu o culto ao Deus único, não se dispensando, no entanto, práticas bem arcaicas como, por exemplo, o sacrifício animal.
Com Jesus nos foi apresentado o Deus de Amor, com o Espiritismo - que é o Consolador Prometido pelo Cristo -, passamos a entender o porque de Deus ser amor, e também veio até nós as explicações sobre outras leis naturais que regem a vida.
Isto posto, sumariamente, percebemos o quanto a religião evoluiu e irá sempre evoluir, assim como todos os ramos da humanidade.
No entanto, a Doutrina Espírita, baseada na fé raciocinada, isto é, em fatos patentes, frutos de observações, análises, experimentos e conclusões - em claro método dedutivo e indutivo de pesquisa -, está alicerçada na dinâmica da evolução do pensamento humano sob reflexos do pensamento Divino, advindo do próprio Cristo.
Luz resplandecente, o Espiritismo é o pálido reflexo do Criador na Terra - em amor e sabedoria - na medida que a humanidade pode compreender e sentir.
Quanto mais luz se conquista, mais luz se capacita a receber, daí o dinamismo da Doutrina do Consolador.
As demais religiões, presas ao convencionalismo terreno, aos jogos do poder e aos interesses econômicos, por conta de tudo isso, ficam presas a um caminhar evolutivo mais lento, vez que este caminhar significa libertar-se desses interesses inferiores - que nós muitas vezes fomentamos -, coisa que alguns dos seus líderes e adeptos não desejam.
Por isso o Espiritismo deve permanecer livre no que tange às amarras advindas das convenções terrenas, mas sempre atrelado ao Evangelho.
Entretanto, as religiões tradicionais evoluirão, a passos mais lentos, é verdade, mas que com o caminhar do progresso humano gradativamente se acelerarão.
Enquanto o Espiritismo for o que é, ou seja, o Evangelho de Jesus Redivivo, ele será eterno, caminhando em expansão de luz e de acordo com a luz que pudermos assimilar.
Nosso compromisso, então, é permanecermos fiéis ao Evangelho de amor ao próximo, única garantia da perpetuação da Doutrina do Consolador que, como prometeu Jesus, veio para ficar conosco para sempre.
Porém, tendo em vista que cada ser humano encontra-se numa faixa de evolução distinta, ou seja, cada indivíduo possui uma idade espiritual, cada religião existe justamente para atender aos anseios de certo número de pessoas, em correlação com o que estas podem assimilar em espiritualidade.
A evolução das religiões faz-se inevitável.
No passado distante, no paleolítico e no mesolítico (há cerca de 15 mil e 10 mil anos antes de Cristo, respectivamente), as manifestações religiosas já existiam, tendo como base os fenômenos da natureza.
No início da história, após a invenção da escrita (há mais ou menos 6 mil anos), deuses mais elaborados surgiram no Egito e na Mesopotâmia.
Na Índia e na Grécia (sobretudo junto a cultura minóica da ilha de Creta) antigas, toda uma mitologia foi se desenvolvendo, com seus deuses poderosos, mas cheios de defeitos humanos.
Os cultos que - na pré-história eram cheios de sacrifício humano - reduziram-se a sacrifícios animais.
Junto ao povo judeu - após a malsucedida tentativa no Egito de Akhenaton - surgiu o culto ao Deus único, não se dispensando, no entanto, práticas bem arcaicas como, por exemplo, o sacrifício animal.
Com Jesus nos foi apresentado o Deus de Amor, com o Espiritismo - que é o Consolador Prometido pelo Cristo -, passamos a entender o porque de Deus ser amor, e também veio até nós as explicações sobre outras leis naturais que regem a vida.
Isto posto, sumariamente, percebemos o quanto a religião evoluiu e irá sempre evoluir, assim como todos os ramos da humanidade.
No entanto, a Doutrina Espírita, baseada na fé raciocinada, isto é, em fatos patentes, frutos de observações, análises, experimentos e conclusões - em claro método dedutivo e indutivo de pesquisa -, está alicerçada na dinâmica da evolução do pensamento humano sob reflexos do pensamento Divino, advindo do próprio Cristo.
Luz resplandecente, o Espiritismo é o pálido reflexo do Criador na Terra - em amor e sabedoria - na medida que a humanidade pode compreender e sentir.
Quanto mais luz se conquista, mais luz se capacita a receber, daí o dinamismo da Doutrina do Consolador.
As demais religiões, presas ao convencionalismo terreno, aos jogos do poder e aos interesses econômicos, por conta de tudo isso, ficam presas a um caminhar evolutivo mais lento, vez que este caminhar significa libertar-se desses interesses inferiores - que nós muitas vezes fomentamos -, coisa que alguns dos seus líderes e adeptos não desejam.
Por isso o Espiritismo deve permanecer livre no que tange às amarras advindas das convenções terrenas, mas sempre atrelado ao Evangelho.
Entretanto, as religiões tradicionais evoluirão, a passos mais lentos, é verdade, mas que com o caminhar do progresso humano gradativamente se acelerarão.
Enquanto o Espiritismo for o que é, ou seja, o Evangelho de Jesus Redivivo, ele será eterno, caminhando em expansão de luz e de acordo com a luz que pudermos assimilar.
Nosso compromisso, então, é permanecermos fiéis ao Evangelho de amor ao próximo, única garantia da perpetuação da Doutrina do Consolador que, como prometeu Jesus, veio para ficar conosco para sempre.
Matias;
Areado - MG, 08/08/2011
Um comentário:
Gosto muito do espiritismo, pois não exclui nenhuma religião, posto que todas que levem à evolução moral da humanidade são a verdadeira luz do criador.
O espiritismo além de não fazer nenhuma cisão, preceitua que o homem tenha Fé em Deus, mas que ao mesmo tempo essa seja raciocinada e livre de formalismos terrenos...
Parabéns Matias - Wladimir, pelos seus ensinamentos nesta escrita.
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